{"id":220,"date":"2010-04-22T18:21:37","date_gmt":"2010-04-22T21:21:37","guid":{"rendered":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=220"},"modified":"2010-04-22T18:21:37","modified_gmt":"2010-04-22T21:21:37","slug":"a-espiritualidade-dos-movimentos-catolicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=220","title":{"rendered":"A Espiritualidade dos movimentos cat\u00f3licos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><b><font face=\"Verdana\"><span style=\"font-size: larger;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"color: rgb(153, 51, 0);\">SOBRE A ESPIRITUALIDADE DOS MOVIMENTOS CAT&Oacute;LICOS<\/span><\/span><\/span><\/font><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span lang=\"pt-br\">Dom Louren&ccedil;o Fleichman  OSB<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<table cellspacing=\"0\" cellpadding=\"1\" border=\"0\" style=\"width: 729px; height: 250px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\"> <img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" height=\"211\" width=\"300\" border=\"0\" align=\"left\" src=\"\/drupal\/sites\/default\/files\/imagens\/Piedade\/Ronda.jpg\" alt=\"\" \/><\/font><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p><font size=\"2\" face=\"Verdana\">Passei estes dias a reler coisas antigas,   movido  pela perplexidade diante da nossa condi&ccedil;&atilde;o humana. N&atilde;o falo da   conjuntura  pol&iacute;tica, que j&aacute; ultrapassou todos os limites da raz&atilde;o; n&atilde;o  falo da  economia nem  da inseguran&ccedil;a nacional.<\/font><\/p>\n<p><font size=\"2\" face=\"Verdana\"> Tenho pensado mais,  nestes &uacute;ltimos dias, nos  nossos  movimentos cat&oacute;licos de defesa de uma  civiliza&ccedil;&atilde;o que j&aacute; n&atilde;o existe  mais, de  defesa da Tradi&ccedil;&atilde;o.<\/font><\/p>\n<p><font size=\"2\" face=\"Verdana\">Neste curto texto j&aacute; amarelado pelo tempo,   apesar  do tempo e do amarelo do papel, brilha aquilo que at&eacute; hoje&nbsp;<\/font><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p align=\"center\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\"> <\/font><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><b><font face=\"Verdana\"><span style=\"font-size: larger;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"color: rgb(153, 51, 0);\">SOBRE A ESPIRITUALIDADE DOS MOVIMENTOS CAT&Oacute;LICOS<\/span><\/span><\/span><\/font><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span lang=\"pt-br\">Dom Louren&ccedil;o Fleichman  OSB<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<table cellspacing=\"0\" cellpadding=\"1\" border=\"0\" style=\"width: 729px; height: 250px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p align=\"center\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\"> <img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" height=\"211\" width=\"300\" border=\"0\" align=\"left\" src=\"\/drupal\/sites\/default\/files\/imagens\/Piedade\/Ronda.jpg\" alt=\"\" \/><\/font><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p><font size=\"2\" face=\"Verdana\">Passei estes dias a reler coisas antigas,   movido  pela perplexidade diante da nossa condi&ccedil;&atilde;o humana. N&atilde;o falo da   conjuntura  pol&iacute;tica, que j&aacute; ultrapassou todos os limites da raz&atilde;o; n&atilde;o  falo da  economia nem  da inseguran&ccedil;a nacional.<\/font><\/p>\n<p><font size=\"2\" face=\"Verdana\"> Tenho pensado mais,  nestes &uacute;ltimos dias, nos  nossos  movimentos cat&oacute;licos de defesa de uma  civiliza&ccedil;&atilde;o que j&aacute; n&atilde;o existe  mais, de  defesa da Tradi&ccedil;&atilde;o.<\/font><\/p>\n<p><font size=\"2\" face=\"Verdana\">Neste curto texto j&aacute; amarelado pelo tempo,   apesar  do tempo e do amarelo do papel, brilha aquilo que at&eacute; hoje&nbsp;<\/font><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p align=\"center\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\"> <\/font><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\">procuramos  viver em  nossa <i>Perman&ecirc;ncia<\/i>.<\/font><font size=\"2\" face=\"Verdana\">O mundo girou&#8230;girou, na&ccedil;&otilde;es desapareceram,  outras  nasceram e o mundo foi se transformando num deserto. Sigam os seis  princ&iacute;pios  colocados pelo velho G&aacute;lata do Cosme Velho. Em nenhum deles  encontraremos o  mundo p&oacute;s-moderno em que vivemos. Mas n&oacute;s Permanecemos porque temos  ra&iacute;zes  plantadas junto ao curso das &aacute;guas, como o cedro do L&iacute;bano.<\/font><\/p>\n<blockquote>\n<p align=\"justify\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\">Eis o primeiro princ&iacute;pio: &quot;<i>A dureza    cristalina da fam&iacute;lia, a nitidez est&aacute;vel de seus contornos &eacute; condi&ccedil;&atilde;o    essencial de uma sociedade verdadeiramente humana.&quot; &#8211; <\/i>E segue  condenando o    div&oacute;rcio e o liberalismo em suas bases filos&oacute;ficas.<\/font><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">   <font size=\"2\" face=\"Verdana\">2- &quot;<i>Um outro princ&iacute;pio, que tiramos  de Santo    Agostinho na &quot;Cidade de Deus&quot;, diz que uma cidade de homens s&oacute; &eacute;    verdadeiramente humana quando respira justi&ccedil;a. Fora dessa condi&ccedil;&atilde;o n&oacute;s  teremos    um aglomerado de brutos e n&atilde;o uma cidade humana feita &agrave; semelhan&ccedil;a de  Deus. Do    mesmo Arist&oacute;teles e de Santo Tom&aacute;s tiramos o conceito derivado de  amizade    c&iacute;vica (amicitia), virtude anexa da justi&ccedil;a, virtude essencial,  oxig&ecirc;nio vital    para o clima de uma cidade verdadeiramente humana<\/i>.&quot;<\/font><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">   <font size=\"2\" face=\"Verdana\">3- &quot;<i>Esse ser&aacute; o nosso terceiro  princ&iacute;pio: a    fam&iacute;lia &eacute; o lugar adequado para a germina&ccedil;&atilde;o da justi&ccedil;a; &eacute; a fonte da  amizade    c&iacute;vica.&quot;<\/i><\/font><\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p align=\"justify\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\">J&aacute; n&atilde;o h&aacute; mais a fam&iacute;lia, porque o  div&oacute;rcio a  devorou no almo&ccedil;o e no jantar ela serviu de sobremesa &agrave;s op&ccedil;&otilde;es sexuais  de cada  um. <br \/>\nJ&aacute; n&atilde;o h&aacute; mais justi&ccedil;a porque na ideologia democr&aacute;tica liberal esta  palavra &eacute;  apenas uma arma eleitoral e de manipula&ccedil;&atilde;o da verdade. <br \/>\nJ&aacute; n&atilde;o h&aacute; mais amizade c&iacute;vica porque o individualismo cegou a todos e  produziu o  &oacute;dio c&iacute;vico mais bem comportado que o mundo j&aacute; conheceu.<\/font><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\">Depois desses tr&ecirc;s primeiros princ&iacute;pios,  fui  obrigado a parar e me sentar um pouco. Respiro. Nossa estrada passou na  beira de  abismos profundos. Foi quando Cor&ccedil;&atilde;o lembrou da necessidade da  Revela&ccedil;&atilde;o, da  vida da f&eacute;, para que a cidade temporal encontre sua harmonia. Ah! pobres  de n&oacute;s!  Onde estais &oacute; Madre divina, &oacute; Igreja Santa e Imaculada, sem ruga nem  manchas?  Por onde andais, Esposa de Cristo, que escondestes vossa Santa  Visibilidade e  aceitastes ser flagelada pelo Sin&eacute;drio moderno?<\/font><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\">Porque desde o Conc&iacute;lio Vaticano II que se  v&ecirc; o  abandono dos princ&iacute;pios cat&oacute;licos, da vida sobrenatural, em favor do  racionalismo protestante e do vazio espiritual do mundo. E a Igreja, que  deveria  estar santificando o mundo, foi impedida, silenciada, amorda&ccedil;ada por  seus  pr&oacute;prios chefes. A fam&iacute;lia crist&atilde;, que Cor&ccedil;&atilde;o chama para dar vida ao  mundo,  perdeu sua for&ccedil;a, sua santidade. E se o sal n&atilde;o salgar, para que serve,  sen&atilde;o  para ser lan&ccedil;ado fora e ser calcado pelos homens? O Catolicismo j&aacute; n&atilde;o &eacute;  mais o  Sal do mundo.<\/font><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\">&Eacute; aqui o lugar de um grande mist&eacute;rio. No  quinto  princ&iacute;pio, o autor vai aplicar aquilo que estabeleceu como crit&eacute;rio da  fam&iacute;lia  cat&oacute;lica aos grupos, movimentos e associa&ccedil;&otilde;es cat&oacute;licas. &quot;<span lang=\"PT-BR\" style=\"font-style: italic;\">E  diria assim: a sorte das sociedades depende do grau de hero&iacute;smo (de  aut&ecirc;ntico  hero&iacute;smo crist&atilde;o) dos movimentos cat&oacute;licos.&quot; <\/span><span lang=\"PT-BR\">Ou&ccedil;amos   atentos, e procuremos praticar.<\/span><\/font><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><span lang=\"pt-br\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\">O que pode, ent&atilde;o, ser a  vida  de um grupo de fi&eacute;is que se re&uacute;ne para estudar, para rezar, para  santificar-se  individualmente e em suas fam&iacute;lias? Hero&iacute;smo. Mas o que &eacute; hero&iacute;smo para o   cat&oacute;lico? N&atilde;o h&aacute; her&oacute;i que n&atilde;o seja santo. Ser um her&oacute;ico cat&oacute;lico, dar a  um  movimento cat&oacute;lico a nota de heroicidade nada mais &eacute; do que exigir de si  mesmo e  do grupo a santidade do Evangelho: &quot;Sede perfeitos como vosso Pai  Celestial &eacute;  perfeito&quot;. Ora, perfei&ccedil;&atilde;o significa pr&aacute;tica das virtudes sobrenaturais. E  este &eacute;  o sexto princ&iacute;pio estabelecido por Gustavo Cor&ccedil;&atilde;o para a vida de um  movimento  cat&oacute;lico. Santidade. Mais do que santidade, o mart&iacute;rio da virtude  her&oacute;ica que  leva as almas para o c&eacute;u.<\/font><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><span lang=\"pt-br\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\">Tendo, ent&atilde;o, por base,  o  brilho divino da F&eacute;, da Esperan&ccedil;a e da Caridade, movidos pelo sopro do  Divino  Esp&iacute;rito Santo, com seus sete dons inef&aacute;veis, todos os cat&oacute;licos e todos  os  movimentos cat&oacute;licos que militam em defesa da Tradi&ccedil;&atilde;o, em defesa da F&eacute;,  em  defesa do verdadeiro catolicismo, dever&atilde;o respirar as virtudes da  sociedade  santa, da fam&iacute;lia santa, da alma santa.<\/font><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><span lang=\"pt-br\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\">Voltemos, ent&atilde;o,  &agrave;quelas  virtudes que estavam presentes nos tr&ecirc;s primeiros princ&iacute;pios, a justi&ccedil;a,  a  amizade, e acrescentemos como fundamento e como condi&ccedil;&atilde;o <i>sine qua non<\/i>   para todo movimento cat&oacute;lico a Caridade, a rainha das Virtudes. O amor  sobrenatural de Deus correr&aacute; nas veias de todos os organismos cat&oacute;licos e  far&aacute;  germinar entre eles o calor da amizade, de uma fraternidade vivida em  torno do  Pai, na Cruz do Filho e no amor do Esp&iacute;rito Santo. Sem isso, n&atilde;o h&aacute;  catolicismo.  &quot;<i>Vejam como eles se amam!<\/i>&quot; E S&atilde;o Jo&atilde;o n&atilde;o cansava de repetir: &quot;<i>Meus   filhinhos, amai-vos uns aos outros&quot;<\/i>.<\/font><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><span lang=\"pt-br\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\">Estes s&atilde;o os nossos  princ&iacute;pios  enquanto movimento cat&oacute;lico. Sempre foram, desde a funda&ccedil;&atilde;o, em 1968, e  antes  mesmo dela, quando j&aacute; muitas fam&iacute;lias se agrupavam para ouvir Gustavo  Cor&ccedil;&atilde;o no  Centro Dom Vital. E, creio poder dizer, temos a felicidade de viver esta  amizade  sobrenatural com muitos outros, sejam eles movimentos, casas religiosas  ou  leitores e amigos individuais, espalhados pelo Brasil e pelo mundo. A  Fraternidade S&atilde;o Pio X, com seus bispos e mais de quinhentos padres, o  Mosteiro  da Santa Cruz, com os demais mosteiros beneditinos fi&eacute;is &agrave; Tradi&ccedil;&atilde;o, os  dominicanos, os capuchinhos, os redentoristas, as carmelitas,  dominicanas, as  irm&atilde;s da Fraternidade e muitos outros. Todos os que gostam de estar  conosco e  com quem n&oacute;s gostamos de estar, comungam da mesma f&eacute;, ensinam a mesma  doutrina,  e buscam nas mesmas ra&iacute;zes o alimento espiritual, dogm&aacute;tico, moral que  anima  estas institui&ccedil;&otilde;es. E v&atilde;o al&eacute;m disso, pois abrem o cora&ccedil;&atilde;o ao mesmo amor  de  caridade ordenado por Nosso Senhor. <\/font><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><span lang=\"pt-br\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\">Estas ra&iacute;zes comuns n&oacute;s  sempre  as buscamos, em primeiro lugar, nos santos da Igreja. Dentre eles  queremos  destacar os santos papas e os grandes papas que cumpriram sua miss&atilde;o de  Vig&aacute;rios  de Cristo com coragem e hero&iacute;smo. O Magist&eacute;rio da Igreja &eacute; composto e  dirigido  por eles e este &eacute; o nosso tesouro da f&eacute;. Nossas ora&ccedil;&otilde;es e nossos olhares  se  voltam, assim, para todos os papas santos, chefiados por S&atilde;o Pio V e S&atilde;o  Pio X,  os dois &uacute;ltimos a receberem a honra dos altares; voltam-se tamb&eacute;m para  os  grandes papas n&atilde;o santos: Greg&oacute;rio XVI, Pio IX, Le&atilde;o XIII, Bento XV, Pio  XI e  Pio XII. E participaram tamb&eacute;m deste Santo Magist&eacute;rio, apesar de ser em  grau  menor, dois bispos que foram amigos nossos, que estiveram conosco e nos  sustentaram na f&eacute; no meio da tempestade e do frio da noite: Dom Marcel  Lefebvre  e Dom Ant&ocirc;nio de Castro Mayer. Todos eles t&ecirc;m peso e import&acirc;ncia para  n&oacute;s, hoje,  quando nos encontramos sem meios de receber de Roma a orienta&ccedil;&atilde;o de que  precisamos para guardar a f&eacute;.<\/font><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><span lang=\"pt-br\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\">Cada um deles defendeu a  Igreja  como pode, alguns cometeram erros que tiraram algum brilho de suas  coroas, mas  n&atilde;o deixaram de buscar sempre a salva&ccedil;&atilde;o das almas e o bem da Igreja.  Que fique  nossa homenagem a todos, e que fique longe de n&oacute;s o s&oacute; pensar em seus  erros e  conden&aacute;-los por isso.<\/font><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><span lang=\"pt-br\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\">Al&eacute;m destes papas e  bispos que  compuseram o Magist&eacute;rio da Igreja, aprendemos na escola de Sto Tom&aacute;s de  Aquino,  o Doutor Comum, e de todos os santos Doutores e Padres da Igreja. Tamb&eacute;m  muitos  grandes te&oacute;logos e pensadores: Dom Vital, Dom A. Macedo Costa, Pe.  Emmanuel-Andr&eacute;, o Pe. Garrigou-Lagrange, Pe. Berto, Pe. Gardeil, Pe.  Castellani,  Pe. Meinvielle, Pe. Calmel e tantos outros. Junto com Gustavo Cor&ccedil;&atilde;o,  nossa  homenagem a Chesterton, a um Donoso Cort&eacute;s, a Carlos de Laet, a Louis  Jugnet, a  Marcel de Corte,&nbsp; a Gustave Thibon, aos irm&atilde;os Charlier, a Alfredo Lage e  Julio  Fleichman. E muitos pensadores que n&atilde;o tinham a f&eacute; mas defenderam a  Igreja e  servem para n&oacute;s como exemplo de desprendimento e de honestidade  intelectual:  Nelson Rodrigues e Charles Maurras entre outros. Ah! claro, todos eles  cometeram  seus erros tamb&eacute;m, eram humanos como n&oacute;s. Mas qual de n&oacute;s n&atilde;o os comete?  Se  algu&eacute;m pois, nunca pecou, que tome a primeira pedra! E se &eacute; certo que h&aacute;  partes  de suas obras que n&atilde;o podemos seguir, tamb&eacute;m &eacute; verdade que eles t&ecirc;m  muito a nos  ensinar e fortalecer.<\/font><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><span lang=\"pt-br\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\">Estes todos e muitos  outros  formam esta biblioteca universal e espiritual, onde gostamos de beber da   doutrina santa que a Igreja nos prop&otilde;e h&aacute; dois mil anos. Pelo menos &eacute;  esse o  nosso gosto, n&oacute;s aqui da Perman&ecirc;ncia, da Capela S&atilde;o Miguel e da Capela  Nossa  Senhora da Concei&ccedil;&atilde;o assim como esses nossos amigos citados acima, e  voc&ecirc;s  todos, leitores e amigos que nos visitam na Internet.<\/font><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><span lang=\"pt-br\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\">&Eacute; triste ver como  muitos  preferem outros caminhos e se fecham orgulhosos em seu pr&oacute;prio  pensamento. N&atilde;o  tomam para si as refer&ecirc;ncias que s&atilde;o nossa luz, preferindo seguir seu  pr&oacute;prio  brilho. Estes n&atilde;o gostam muito da nossa amizade porque, mesmo quando  defendem a  mesma f&eacute;, n&atilde;o vivem do mesmo esp&iacute;rito. Quem s&atilde;o seus mestres? Com quem  aprenderam a defender a f&eacute;? N&atilde;o se sabe. Por isso, em vez de reconhecer a   grandeza de todos estes grandes defensores da f&eacute; e da civiliza&ccedil;&atilde;o  cat&oacute;lica,  ficam procurando meios para incrimin&aacute;-los, para denegrir suas imagens. E   inventam! Ah! como inventam e caluniam, como ficam a ver fantasmas e  sombras  onde, para n&oacute;s, reina a luz da Igreja. Mas n&atilde;o h&aacute; o que possa ser feito  pois a  marca deste orgulho &eacute; a cegueira espiritual que gera o sectarismo.<\/font><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\"><span lang=\"pt-br\"><font size=\"2\" face=\"Verdana\">Estejamos, portanto,  com os  olhos voltados para a vida da Igreja, para a luz do C&eacute;u. Nesta grande  reuni&atilde;o em  torno da F&eacute;, na amizade e na Caridade que j&aacute; prenuncia o encontro que  teremos  nas portas do Para&iacute;so, como t&atilde;o singelamente pintou Fra Ang&eacute;lico em sua  &quot;Dan&ccedil;a  dos Eleitos&quot;. De nada nos adianta, como cat&oacute;licos e como um grupo de  fi&eacute;is  cat&oacute;licos, nos destacarmos de todos e vivermos s&oacute;s, como se s&oacute; n&oacute;s  pud&eacute;ssemos  ensinar, como se s&oacute; n&oacute;s merec&ecirc;ssemos a confian&ccedil;a dos nossos leitores e  fi&eacute;is.  N&atilde;o &eacute; este o esp&iacute;rito da Igreja, n&atilde;o &eacute; assim a grande festa do Reino dos  C&eacute;us. O  que queremos aqui, nos diversos sites da nossa &quot;porteira&quot; &eacute; abri-la de  par em  par para todas as almas de boa vontade, todos os que querem encontrar  doutrina e  amizade, F&eacute; e Caridade; venham e bebam desta &aacute;gua viva que corre do seio  da  Igreja, sentem-se &agrave; mesa e tomem deste alimento espiritual que lhes  propomos e  sigam o seu caminho. Temos a certeza de seguir&atilde;o com maiores luzes e  movidos  pelo verdadeiro amor de Deus, na travessia do deserto desta vida.<\/font><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SOBRE A ESPIRITUALIDADE DOS MOVIMENTOS CAT&Oacute;LICOS Dom Louren&ccedil;o Fleichman OSB Passei estes dias a reler coisas antigas, movido pela perplexidade diante da nossa condi&ccedil;&atilde;o humana. N&atilde;o falo da conjuntura pol&iacute;tica, que j&aacute; ultrapassou todos os limites da raz&atilde;o; n&atilde;o falo da economia nem da inseguran&ccedil;a nacional. 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