{"id":256,"date":"2017-01-23T10:58:43","date_gmt":"2017-01-23T12:58:43","guid":{"rendered":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=256"},"modified":"2017-01-23T10:58:43","modified_gmt":"2017-01-23T12:58:43","slug":"os-novos-modernistas-da-nova-teologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=256","title":{"rendered":"Os novos modernistas da nova teologia"},"content":{"rendered":"<p class=\"rtecenter\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.snpcultura.org\/fotografias\/id_congar_ratzinger_gf.jpg\" style=\"float:left; height:284px; margin:10px; width:350px\" \/><\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"rtecenter\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"rtecenter\"><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><strong>Breve cr\u00f4nica da ocupa\u00e7\u00e3o neo-modernista da Igreja Cat\u00f3lica<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"rtecenter\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Os novos modernistas da <em>Nova teologia<\/em><a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\" title=\"\"><sup><sup>[1]<\/sup><\/sup><\/a><\/span><\/p>\n<p class=\"rtecenter\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"rtecenter\"><strong><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Henri de Lubac e os \u201cnovos te\u00f3logos\u201d<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Nos anos 30 e 40, uma nova gera\u00e7\u00e3o de modernistas entrou em cena. Seus nomes ser\u00e3o muito conhecidos mais tarde, como os dominicanos Marie-Dominique Chenu e Yves Congar, os jesu\u00edtas Henri de Lubac, Hans Urs von Balthasar e, em seguida, Karl Rahner, formuladores de uma \u201c<\/span><em>nova teologia<\/em><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201d, cujas ra\u00edzes est\u00e3o fincadas no velho modernismo.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Assim como os \u201cvelhos\u201d modernistas, os <em>novos te\u00f3logos <\/em>estavam, eles tamb\u00e9m, fortemente impregnados de imanentismo, subjetivismo e relativismo, com todas as consequ\u00eancias imagin\u00e1veis no dom\u00ednio da dogm\u00e1tica e da moral.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">O Padre Henri de Lubac, por exemplo, l\u00edder da <em>Nova Teologia<\/em> e, por isso mesmo, tido como \u201cpai\u201d do Conc\u00edlio Vaticano II e da nova Igreja <em>conciliar<\/em>, tinha ele tamb\u00e9m, assim como seus mestres modernistas, uma no\u00e7\u00e3o muito el\u00e1stica da verdade.<\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p class=\"rtecenter\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.snpcultura.org\/fotografias\/id_congar_ratzinger_gf.jpg\" style=\"float:left; height:284px; margin:10px; width:350px\" \/><\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"rtecenter\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"rtecenter\"><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><strong>Breve cr\u00f4nica da ocupa\u00e7\u00e3o neo-modernista da Igreja Cat\u00f3lica<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"rtecenter\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Os novos modernistas da <em>Nova teologia<\/em><a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\" title=\"\"><sup><sup>[1]<\/sup><\/sup><\/a><\/span><\/p>\n<p class=\"rtecenter\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"rtecenter\"><strong><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Henri de Lubac e os \u201cnovos te\u00f3logos\u201d<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Nos anos 30 e 40, uma nova gera\u00e7\u00e3o de modernistas entrou em cena. Seus nomes ser\u00e3o muito conhecidos mais tarde, como os dominicanos Marie-Dominique Chenu e Yves Congar, os jesu\u00edtas Henri de Lubac, Hans Urs von Balthasar e, em seguida, Karl Rahner, formuladores de uma \u201c<\/span><em>nova teologia<\/em><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201d, cujas ra\u00edzes est\u00e3o fincadas no velho modernismo.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Assim como os \u201cvelhos\u201d modernistas, os <em>novos te\u00f3logos <\/em>estavam, eles tamb\u00e9m, fortemente impregnados de imanentismo, subjetivismo e relativismo, com todas as consequ\u00eancias imagin\u00e1veis no dom\u00ednio da dogm\u00e1tica e da moral.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">O Padre Henri de Lubac, por exemplo, l\u00edder da <em>Nova Teologia<\/em> e, por isso mesmo, tido como \u201cpai\u201d do Conc\u00edlio Vaticano II e da nova Igreja <em>conciliar<\/em>, tinha ele tamb\u00e9m, assim como seus mestres modernistas, uma no\u00e7\u00e3o muito el\u00e1stica da verdade.<\/span><\/p>\n<p><!--break--><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Certamente, nos seus escritos oficiais, Lubac era bastante prudente e cauteloso para n\u00e3o deixar transparecer seu relativismo de fundo, mas nos seus escritos privados manifestava evidentemente com mais liberdade seu pensamento real, sem dissimul\u00e1-lo por detr\u00e1s das habituais elocubra\u00e7\u00f5es intelectuais.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Numa carta ao fil\u00f3sofo Maurice Blondel, seu amigo, escrevia ele:<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201c[&#8230;] O <em>n\u00famero de <\/em>Recherches de science religieuse<em> recentemente publicado, traz um artigo do Pe. Bouillard [representante da Nova Teologia &#8211; Ndr]&nbsp; que contesta fortemente as id\u00e9ias do Pe. Garrigou-Lagrange [advers\u00e1rio de Lubac &#8211; Ndr] sobre as no\u00e7\u00f5es conciliares e <strong>suas vis\u00f5es simplistas acerca do absoluto da verdade<\/strong>. Este artigo, eu posso te confidenciar, n\u00e3o foi apenas aprovado, mas desejado por gente de cima<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\" title=\"\"><sup><strong><sup>[2]<\/sup><\/strong><\/sup><\/a>\u201d.<\/em><\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Estamos persuadidos de que Lubac n\u00e3o hesitaria em acusar Nosso Senhor mesmo, notoriamente intransigente neste quesito, de \u201c<em>vis\u00f5es simplistas sobre o absoluto da verdade\u201d<\/em>&#8230;<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201c<em>Sua afirma\u00e7\u00e3o principal <\/em>\u2014 resumir\u00e1 em seguida seu confrade, o Pe. M. Flick S. J., falando de Lubac \u2014 <em>parece ser a seguinte: <strong>as cren\u00e7as ulteriores da Igreja n\u00e3o devem necessariamente relacionar-se por um la\u00e7o l\u00f3gico ao que ela sempre creu explicitamente desde os primeiros s\u00e9culos<\/strong>\u201d<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\" title=\"\"><sup><strong><sup>[3]<\/sup><\/strong><\/sup><\/a>.<\/em><\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Segundo Lubac, portanto, o Magist\u00e9rio da Igreja poderia tranquilamente ensinar hoje o contr\u00e1rio do que era ensinado ontem, e mudar de ideia periodicamente, seguindo a inspira\u00e7\u00e3o da famosa <em>consci\u00eancia humana<\/em>, isto \u00e9, das fantasias dos v\u00e1rios Lubacs de prontid\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Como arremate da sua obra, num livro (\u201c<em>Sobrenatural<\/em>\u201d, publicado em 1946) que provocou a rea\u00e7\u00e3o dos te\u00f3logos cat\u00f3licos at\u00e9 ser oficialmente condenado na Enc\u00edclica <em>Humani Generis,<\/em> Lubac apresenta seu pensamento sobre a rela\u00e7\u00e3o entre a gra\u00e7a sobrenatural e a natureza humana: em meio \u00e0s ambiguidades habituais e da afeta\u00e7\u00e3o de v\u00edtima incompreendida, a gra\u00e7a sobrenatural \u00e9 a\u00ed considerada como <em>necessariamente devida <\/em>por Deus ao homem, enquanto parte constitutiva da pr\u00f3pria natureza humana.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Para os que n\u00e3o compreenderam a gravidade da quest\u00e3o, lembramos que desta afirma\u00e7\u00e3o \u2014 que postula uma humanidade em permanente estado de gra\u00e7a e, portanto, \u201cauto-suficiente\u201d na ordem do conhecimento de Deus e da salva\u00e7\u00e3o eterna \u2014 decorria necessariamente a demoli\u00e7\u00e3o do dogma do pecado original, no sentido entendido pela Igreja, e a completa inutilidade da Revela\u00e7\u00e3o, da Reden\u00e7\u00e3o e da pr\u00f3pria miss\u00e3o da Igreja, que se tornam realidades puramente acess\u00f3rias e relativas.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Finalmente \u2014 fato revelador e significativo do fundo gn\u00f3stico da <em>Nova Teologia <\/em>\u2014 o Pe. de Lubac n\u00e3o escondia sua simpatia por esta verdadeira gnose que \u00e9 o Budismo. Conquanto sustentasse a \u201cextraordin\u00e1ria singularidade do fato crist\u00e3o\u201d, confessava:<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201c<em>Sempre fui atra\u00eddo pelo estudo <strong>do Budismo, que considero como o maior dos fatos humanos<\/strong>, tanto por sua originalidade como por sua difus\u00e3o multiforme pelo espa\u00e7o e pelo tempo, <strong>para nada dizer da sua profundidade espiritual<\/strong><\/em>\u201d<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\" title=\"\"><sup><sup>[4]<\/sup><\/sup><\/a>. (A prop\u00f3sito: Qual \u00e9 a imagem mais emblem\u00e1tica, mais difundida do tristemente famoso \u201cEncontro inter-religioso de Assis\u201d, de 1986? Talvez seja fruto do acaso, mas \u00e9 justamente o beijo de Jo\u00e3o Paulo II, entusiasta da <em>Nova Teologia,<\/em> no&#8230; Dalai Lama, colocado neste evento no lado esquerdo do papa&#8230;)<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><strong>Todos os \u201camigos\u201d de Lubac<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Em mat\u00e9ria de relativismo evolucionista, os amigos e disc\u00edpulos de Lubac estavam certamente \u00e0 altura do seu \u201cmestre\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">O Pe. Hans Urs von Balthasar, por exemplo, desde 1953 no seu livro <em>A demoli\u00e7\u00e3o dos basti\u00f5es<\/em> \u2014 cujo t\u00edtulo j\u00e1 constitu\u00eda, por si s\u00f3, todo um programa \u2014 anunciava boa parte dos erros do Conc\u00edlio e sustentava que a Tradi\u00e7\u00e3o dogm\u00e1tica da Igreja deveria ser compreendida numa clave vitalista-modernista:<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201c<em>A Tradi\u00e7\u00e3o<\/em> \u2014 escrevia, com efeito, von Balthasar \u2014 [&#8230;] <em>n\u00e3o pode ser outra coisa sen\u00e3o um deixar-se levar pela for\u00e7a espiritual da gera\u00e7\u00e3o precedente para se aproximar do mist\u00e9rio de modo vital (<u>uma verdade que n\u00e3o fosse mais vital ou que n\u00e3o pudesse tornar a s\u00ea-lo n\u00e3o seria uma verdade)<\/u><\/em>\u201d. E para evitar todo mal-entendido, ele precisava: \u201c<strong>A verdade <\/strong>da vida crist\u00e3 \u00e9 nisso como o man\u00e1 do deserto: <strong>n\u00e3o podemos guard\u00e1-la para conserv\u00e1-la; hoje \u00e9 fresca, amanh\u00e3 estar\u00e1 estragada\u201d<\/strong><a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\" title=\"\"><sup><sup>[5]<\/sup><\/sup><\/a>.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Deste relativismo filos\u00f3fico e dogm\u00e1tico de fundo derivaram, em seguida, e de modo necess\u00e1rio, todos os outros erros e heresias que Urs von Balthasar propunha na obra citada, e que s\u00e3o dominantes hoje em dia na Igreja \u201cconciliar\u201d: o ecumenismo, a abertura ao mundo, o aniquilamento programado do primado de jurisdi\u00e7\u00e3o do Papa naquilo que ele chamava de a futura \u201cIgreja marial-jo\u00e2nica\u201d, a dissolu\u00e7\u00e3o da Igreja cat\u00f3lica romana na futura e t\u00e3o aguardada Igreja \u201ccat\u00f3lica\u201d globalista etc.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Finalmente, ap\u00f3s o Conc\u00edlio, von Balthasar sustentar\u00e1 tamb\u00e9m a tese do inferno vazio. N\u00e3o surpreende.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">O jesu\u00edta Pe. Henri Bouillard, ele tamb\u00e9m da escola de Lubac, seguia na mesma toada e afirmava seriamente: \u201c<em>Quando o esp\u00edrito evolui, uma verdade imut\u00e1vel se conserva apenas gra\u00e7as a uma evolu\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea e correlata de todas as no\u00e7\u00f5es [&#8230;] <strong>Uma teologia que n\u00e3o fosse atual, seria uma teologia falsa<\/strong><\/em>\u201d<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\" title=\"\"><sup><sup>[6]<\/sup><\/sup><\/a>; enquanto seu confrade, o Pe. Gaston Gessard, ridicularizando uma suposta \u201cmodorra santa que serviu para proteger o tomismo canonizado, mas tamb\u00e9m, como dizia P\u00e9guy, \u2018enterrado\u2019\u201d, atacava frontalmente a filosofia e a teologia de Santo Tom\u00e1s, desde sempre proposta pelo Magist\u00e9rio da Igreja como uma fortaleza contra toda heresia (cf. can. 1366, \u00a72 do C\u00f3digo de Direito Can\u00f4nico, 1917).<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u00c9 preciso finalmente sublinhar o papel absolutamente fundamental para o desenvolvimento da <em>Nova Teologia <\/em>desempenhado por dois dos principais amigos de Lubac e que foram, por sua vez, os seus gurus: o fil\u00f3sofo Maurice Blondel e o jesu\u00edta Pierre Teilhard de Chardin.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Para evocar a pessoa e as ideias de Maurice Blondel, modernista empedernido e colaborador do peri\u00f3dico modernista do Pe. Laberthonni\u00e8re, bastar\u00e1 citar trecho de um artigo seu de 1906: \u201cN\u00f3s <em>substitu\u00edmos a abstrata e <strong>quim\u00e9rica<\/strong> <\/em>ad\u00e6quatio rei et intellectus<em> [adequa\u00e7\u00e3o do esp\u00edrito ao objeto conhecido]<\/em> <em>pela procura met\u00f3dica deste direito, a<\/em> ad\u00e6quatio realis mentis et vit\u00e6<em> [adequa\u00e7\u00e3o real da intelig\u00eancia \u00e0 vida]<\/em>\u201d<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\" title=\"\"><sup><sup>[7]<\/sup><\/sup><\/a>.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Traduzindo em linguagem compreens\u00edvel para o comum dos mortais, isto significa que a verdade \u2014 e aqui tamb\u00e9m a verdade religiosa \u2014 n\u00e3o \u00e9 algo exterior ao homem, que se deva compreender com a intelig\u00eancia \u2014 isso para Blondel \u00e9 <em>quim\u00e9rico <\/em>\u2014 e sim algo que, segundo a perspectiva modernista, s\u00f3 podemos <em>sentir <\/em>refletindo sobre os movimentos vitais \u00edntimos da consci\u00eancia humana, que evidentemente est\u00e1 em evolu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Estamos, portanto, em pleno imanentismo, dom\u00ednio no qual Blondel desenvolveu sua apolog\u00e9tica, fundada precisamente sobre o m\u00e9todo de iman\u00eancia, em que todo o cristianismo aparecia fundado sobre experi\u00eancias puramente interiores, enquanto as provas exteriores de credibilidade da Revela\u00e7\u00e3o \u2014 os milagres, por exemplo \u2014 eram dissolvidos nas brumas do subjetivismo.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201cSe quisermos aprofundar \u2014 escrevia Blondel \u2014 <strong>n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida que no milagre n\u00e3o h\u00e1 nada que ultrapasse o mais irrelevante dos acontecimentos quotidianos<\/strong>, assim como, nestes acontecimentos quotidianos, n\u00e3o h\u00e1 nada de inferior ao milagre\u201d. Consequentemente, se tudo \u00e9 milagre, nada realmente o ser\u00e1. Ademais, para Blondel, os milagres seriam \u201cinvis\u00edveis\u201d, a ponto de s\u00f3 poderem ser percebidos pelos&#8230; que j\u00e1 acreditam:<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201c<strong>Os milagres, portanto, s\u00e3o milagrosos apenas para o olhar daqueles que j\u00e1 est\u00e3o dispostos a reconhecer a a\u00e7\u00e3o divina nos acontecimentos e nos atos mais simples\u201d<\/strong>. (<em>ibidem<\/em>)<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil compreender a que g\u00eanero de \u201cf\u00e9\u201d conduz semelhante \u201capolog\u00e9tica\u201d, condenada, de resto, pela enc\u00edclica <em>Pascendi.<\/em><\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Blondel, contudo, n\u00e3o tinha a consci\u00eancia perfeitamente tranquila e temia ser descoberto e cair assim sob a censura da Igreja.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Alguns anos mais tarde, com efeito, numa carta a seu amigo Lubac, Blondel revelar\u00e1 a t\u00e1tica hip\u00f3crita de que lan\u00e7ou m\u00e3o para escapar \u00e0 vigil\u00e2ncia das autoridades eclesi\u00e1sticas:<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><em>\u201cQuando, h\u00e1 mais de quarenta anos, abordei problemas para os quais eu n\u00e3o estava preparado o suficiente, reinava um extrinsequismo [=tomismo, filosofia perene] intransigente, e, se eu tivesse dito j\u00e1 naquela \u00e9poca o que o senhor deseja, <strong>eu teria agido de modo temer\u00e1rio e teria comprometido todo o esfor\u00e7o empenhado, toda a causa por defender, afrontando censuras que seriam inevit\u00e1veis e certamente causariam atrasos. <\/strong>Era preciso deixar o tempo amadurecer-me o pensamento e amansar os esp\u00edritos rebeldes [ou seja, o papa, o Santo Of\u00edcio etc &#8211; ndr]. [&#8230;] O senhor conhece as dificuldades, <strong>os riscos <\/strong><\/em>\u2014<strong> que n\u00e3o desapareceram \u2014 em meio aos quais persegui um plano <\/strong>que se tornaria ainda mais oneroso pelas dificuldades de sa\u00fade, pelas tarefas profissionais ou pelos conselhos de prud\u00eancia e de espera que me eram manifestados\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">O jesu\u00edta <em>Pierre Teilhard de Chardin<\/em><a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\" title=\"\"><sup><sup>[8]<\/sup><\/sup><\/a>, outro amigo e \u201cmestre\u201d de Lubac \u2014 estava, por sua vez, na origem de um novo sistema filos\u00f3fico-religioso pan-evolucionista, uma esp\u00e9cie de mistura de Darwin com Hegel, que ele considerava nada menos como a \u201creligi\u00e3o do futuro\u201d, um \u201c<em>metacristianismo<\/em>\u201d, destinado a destruir a Igreja Cat\u00f3lica por meio da reinterpreta\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica dos seus dogmas conforme uma clave gn\u00f3stica.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Segundo o sistema do Pe. Teilhard de Chardin, oriundo do seu fasc\u00ednio pela mitol\u00f3gica (porque se trata precisamente de um mito) teoria da evolu\u00e7\u00e3o de Darwin, a mat\u00e9ria n\u00e3o-org\u00e2nica teria evolu\u00eddo ao est\u00e1gio de mat\u00e9ria org\u00e2nica, e esta, por sua vez, teria evolu\u00eddo at\u00e9 atingir o est\u00e1gio mais avan\u00e7ado com o homem, cuja alma espiritual n\u00e3o seria outra coisa que o fruto espont\u00e2neo de uma evolu\u00e7\u00e3o ulterior da mat\u00e9ria.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Por\u00e9m, na saga de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de Teilhard, o processo evolutivo deveria continuar inexoravelmente, com a coopera\u00e7\u00e3o do homem ao <em>progresso <\/em>cient\u00edfico e t\u00e9cnico, at\u00e9 que a humanidade alcance o est\u00e1gio de \u201csuprahumanidade\u201d, de modo a tornar-se \u201ccristificada\u201d, naquilo que ele chamava de \u201cponto \u00f4mega\u201d: um \u201cCristo c\u00f3smico\u201d compreendido em sentido pante\u00edsta.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201c<strong>Eu creio<\/strong> \u2014 resumia Teilhard \u2014 <strong>que o Universo \u00e9 uma Evolu\u00e7\u00e3o. Eu creio que a Evolu\u00e7\u00e3o caminha em dire\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito. Eu creio que o Esp\u00edrito termine em alguma coisa pessoal. Eu creio que o Pessoal supremo \u00e9 o Cristo Universal<\/strong>\u201d<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\" title=\"\"><sup><sup>[9]<\/sup><\/sup><\/a>.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">E ainda: \u201c<em>O que domina o meu interesse e minhas preocupa\u00e7\u00f5es interiores [&#8230;] \u00e9 o esfor\u00e7o para estabelecer em mim e para difundir ao meu redor <strong>uma nova religi\u00e3o<\/strong> (chame-a de um <strong>Cristianismo melhor<\/strong>, se quiser) na qual o Deus pessoal deixa de ser o grande propriet\u00e1rio \u201cneol\u00edtico\u201d de outrora, para se tornar a <strong>Alma do Mundo<\/strong>, que nosso est\u00e1gio cultural e religioso reclama\u201d<\/em><a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\" title=\"\"><sup><sup>[10]<\/sup><\/sup><\/a>.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201c<strong><em>N\u00e3o h\u00e1, concretamente, Mat\u00e9ria e Esp\u00edrito: h\u00e1 apenas Mat\u00e9ria que se torna Esp\u00edrito. <\/em><\/strong><em>N\u00e3o h\u00e1, no Mundo, nem Esp\u00edrito nem Mat\u00e9ria: o \u201c<strong>Tecido do Universo<\/strong>\u201d <strong>\u00e9 o Esp\u00edrito-Mat\u00e9ria. eu sei muito bem que esta ideia<\/strong> [&#8230;] <strong>\u00e9 vista como um monstro h\u00edbrido <\/strong>[&#8230;] mas estou convencido que as obje\u00e7\u00f5es levantadas contra ela dependem do fato de que <strong>poucos arriscam abandonar um ponto de vista antigo por uma no\u00e7\u00e3o nova<\/strong>\u201d<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\" title=\"\"><sup><strong><sup>[11]<\/sup><\/strong><\/sup><\/a>. <\/em><\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Tudo isso s\u00f3 poderia acabar numa aberta apostasia da F\u00e9:<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201cSe, depois de alguma crise interior \u2014 escrevia Teilhard desde 1934 \u2014 eu viesse a perder minha f\u00e9 em Cristo, minha f\u00e9 num Deus pessoal, minha f\u00e9 no Esp\u00edrito, <strong>parece que eu continuaria invencivelmente a crer no Mundo<\/strong>. O Mundo (o valor, a infalibilidade e a bondade do mundo), tal \u00e9, em \u00faltima an\u00e1lise, <strong>a primeira, a \u00faltima e a \u00fanica coisa na qual eu creio<\/strong>.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u00c9 para esta f\u00e9 que eu vivo. <strong>E \u00e9 a esta f\u00e9, eu o sinto, que no momento de morrer, acima de qualquer d\u00favida, eu me abandonarei. [&#8230;] a f\u00e9 confusa num Mundo \u00fanico e infal\u00edvel, eu me abandonarei, seja onde for que ela me conduzir<\/strong>\u201d<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\" title=\"\"><sup><sup>[12]<\/sup><\/sup><\/a>.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Assim como para os outros neo-modernistas da <em>nova teologia<\/em>, a aspira\u00e7\u00e3o do Pe. Teilhard de Chardin era a de conseguir permanecer escondido como um v\u00edrus mortal no seio da \u201cvelha\u201d Igreja Cat\u00f3lica, com um objetivo bem preciso: <strong>esvazi\u00e1-la desde o interior,<\/strong> para em seguida transform\u00e1-la numa \u201csuper-Igreja\u201d ecum\u00eanica no sentido mais amplo do termo.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u00c9 com raz\u00e3o que o fil\u00f3sofo Etienne Gilson, que conhecera pessoalmente o Pe. Teilhard, denunciava sem meias-palavras:<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201c&#8230;<em>Isso me reconduz \u00e0 d\u00favida que me assalta: <\/em>[Teilhard de Chardin] <strong><em>ele foi simplesmente um incoerente ou foi, ao contr\u00e1rio, o mais sombrio dos heresiarcas, l\u00facido e consciente do que ele estava fazendo e decidido a gangrenar a Igreja desde dentro, continuando a pertencer a ela? Naturalmente, o que eu chamo de fazer a Igreja apodrecer significava para ele renov\u00e1-la<\/em><\/strong><em>; isso significava talvez proceder a uma reforma em compara\u00e7\u00e3o da qual, como ele diz, a reforma operada pela doutrina do Verbo, no s\u00e9culo II de nossa era, pareceria superficial? H\u00e1 um orgulho luciferino neste projeto. \u00c9 o triunfo do naturalismo e do secularismo que prosperam em nosso tempo\u201d<a href=\"#_ftn13\" name=\"_ftnref13\" title=\"\"><sup><strong><sup>[13]<\/sup><\/strong><\/sup><\/a>.<\/em><\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">In\u00fatil dizer que esta acusa\u00e7\u00e3o pode ser estendida aos demais representantes da <em>nova teologia<\/em>, de esp\u00edrito menos futurista, mas todos impregnados, como vimos, de imanentismo, subjetivismo e evolucionismo dogm\u00e1tico.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u00c9 igualmente interessante saber que o Pe. Henri de Lubac, o \u201cpai do Vaticano II\u201d, foi tamb\u00e9m o divulgador mais ativo e efusivo do \u201cpensamento\u201d \u2014 devidamente filtrado \u2014 de seu amigo Teilhard no meio cat\u00f3lico. Em particular, desde o p\u00f3s-guerra at\u00e9 o in\u00edcio do Conc\u00edlio Vaticano II, uma propaganda insistente feita pelos meios da \u201cnova teologia\u201d em favor das ideias de Teilhard de Chardin foi introduzida no seio da <em>intelligentsia <\/em>cat\u00f3lica com efeitos devastadores, tornados em seguida bem vis\u00edveis e palp\u00e1veis, durante e depois do Vaticano II, atrav\u00e9s do comportamento de numerosos membros influentes da Hierarquia, j\u00e1 inclinados a crer no mito do progresso, da modernidade e da abertura ao mundo.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Outro c\u00e9lebre representante da \u201cnova teologia\u201d era o Pe. Karl Rahner, te\u00f3logo jesu\u00edta e um dos peritos mais influentes do Vaticano II.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Para compreender o personagem e suas ideias, bastar\u00e3o algumas cita\u00e7\u00f5es extra\u00eddas de algumas de suas publica\u00e7\u00f5es que, apesar de pouco posteriores ao Vaticano II, revelam <em>ad abundantiam <\/em>o que ele j\u00e1 tinha em mente <em>bem antes<\/em>:<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201cA natureza efetiva \u2014 <em>escrevia Rahner, seguindo as pegadas de Lubac<\/em> \u2014 nunca \u00e9 \u201cnatureza pura\u201d, mas <strong>uma natureza na ordem sobrenatural, da qual o homem (mesmo enquanto incr\u00e9dulo e pecador) n\u00e3o pode escapar<\/strong>\u201d<a href=\"#_ftn14\" name=\"_ftnref14\" title=\"\"><sup><sup>[14]<\/sup><\/sup><\/a>.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u00c9 a <em>base <\/em>da tese rahneriana dos \u201ccrist\u00e3os an\u00f4nimos\u201d(para a qual todos os homens seriam crist\u00e3os, mesmo sem sab\u00ea-lo nem quer\u00ea-lo) e tamb\u00e9m da doutrina da \u201csalva\u00e7\u00e3o universal\u201d: um modo elegante, em suma, de eliminar discretamente a Santa Igreja Cat\u00f3lica submetendo-a \u00e0 eutan\u00e1sia.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Escutemos ainda Rahner:<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201cPode-se at\u00e9 mesmo tentar ver a <strong>uni\u00e3o hipost\u00e1tica na linha deste aperfei\u00e7oamento absoluto do que \u00e9 o homem<\/strong>\u201d<a href=\"#_ftn15\" name=\"_ftnref15\" title=\"\"><sup><sup>[15]<\/sup><\/sup><\/a>.&nbsp; Segundo o te\u00f3logo mais aclamado do Conc\u00edlio Vaticano II, ent\u00e3o, a uni\u00e3o hipost\u00e1tica \u2014 isto \u00e9, a Encarna\u00e7\u00e3o do Verbo divino \u2014 n\u00e3o teria passado de uma f\u00e1bula, e Nosso Senhor s\u00f3 teria sido um homem qualquer, que chegou, entretanto, a uma perfei\u00e7\u00e3o tal que teria <strong>se tornado Deus<\/strong>&#8230;<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">E ainda:<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201c<strong>O dogma<\/strong> [da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o] <strong>n\u00e3o significa de modo algum que o nascimento de um ser humano seja acompanhado de alguma coisa contaminante, de uma mancha, e que para evit\u00e1-la,<\/strong> [a Sant\u00edssima Virgem] <strong>deveria ter um privil\u00e9gio<\/strong>\u201d<a href=\"#_ftn16\" name=\"_ftnref16\" title=\"\"><sup><sup>[16]<\/sup><\/sup><\/a>. Rahner nega aqui tanto o dogma do pecado original (e portanto a necessidade da Reden\u00e7\u00e3o, da Igreja e do batismo), quanto o sentido aut\u00eantico do dogma da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o, pelo qual o bem-aventurado Pio IX define justamente que a santa M\u00e3e de Deus tinha sido, \u201c<em>por gra\u00e7a especial, desde o primeiro instante da sua concep\u00e7\u00e3o [&#8230;] preservada de qualquer mancha do pecado original\u201d<a href=\"#_ftn17\" name=\"_ftnref17\" title=\"\"><sup><strong><sup>[17]<\/sup><\/strong><\/sup><\/a>. <\/em><\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><strong>A marca infal\u00edvel da heresia<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Por influ\u00eancia dos \u201cvelhos\u201d modernistas, em suma, os <em>novos te\u00f3logos<\/em> \u2014 Lubac \u00e0 frente \u2014 por seu naturalismo e seu relativismo n\u00e3o se limitavam a negar uma ou outra verdade de f\u00e9, mas atacavam as ra\u00edzes sobrenaturais da Igreja, acabando por destru\u00ed-la <em>por via de infla\u00e7\u00e3o<\/em>, ou seja, atrav\u00e9s da sua identifica\u00e7\u00e3o progressiva com toda a humanidade.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Mas o que espanta mais nessa sopa de cultura de fermentos mal\u00e9ficos, que s\u00e3o os meios do novo modernismo, \u00e9 sem d\u00favida a soberba destes pseudo \u201creformadores\u201d, fundada na pretens\u00e3o de ter nem mais nem menos <strong>redescoberto o \u201ccristianismo aut\u00eantico\u201d<\/strong> (perdido pela \u201cvelha\u201d Igreja ao longo dos s\u00e9culos).<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201c<em>Eu sa\u00fado antes de tudo <\/em>\u2014 escrevia em 1945 Blondel a Lubac \u2014 <em>sua grande obra o natural, pois se \u00e9 \u00fatil e at\u00e9 necess\u00e1rio destruir os erros, \u00e9 ainda mais importante expor a fundo a verdade <strong>do cristianismo aut\u00eantico&#8230;<\/strong>\u201d<a href=\"#_ftn18\" name=\"_ftnref18\" title=\"\"><sup><strong><sup>[18]<\/sup><\/strong><\/sup><\/a>. <\/em>(e, como por acaso, o que pretendem hoje os partid\u00e1rios do Conc\u00edlio Vaticano II, sen\u00e3o ter finalmente descoberto, depois de dois mil anos, o \u201ccristianismo aut\u00eantico\u201d?).<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Esta pretens\u00e3o se repete constantemente na hist\u00f3ria das heresias, trata-se de um sinal infal\u00edvel para reconhecermos o her\u00e9tico: dos gn\u00f3sticos dos s\u00e9culos II e III at\u00e9 os C\u00e1taros medievais, de \u00c1rio de Alexandria at\u00e9 Lutero, de Nest\u00f3rio at\u00e9 os modernistas e aos \u201cnovos te\u00f3logos\u201d, todos pretendem ser os descobridores e restauradores do \u201cverdadeiro cristianismo\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201c<em>O Senhor&#8230; dissipou aqueles que se orgulhavam com os pensamentos do seu cora\u00e7\u00e3o\u201d<\/em><a href=\"#_ftn19\" name=\"_ftnref19\" title=\"\"><sup><sup>[19]<\/sup><\/sup><\/a>: mesmo a condena\u00e7\u00e3o ulterior da <em>nova teologia<\/em> pelo Soberano Pont\u00edfice Pio XII n\u00e3o conseguir\u00e1 dobrar o orgulho presun\u00e7oso dos <em>novos te\u00f3logos<\/em>, nem convenc\u00ea-los a abandonar seu plano pretensioso de reformar a Igreja.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><strong>A influ\u00eancia dos novos te\u00f3logos na \u201cIgreja do Vaticano II\u201d<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Como o leitor ter\u00e1 observado, este r\u00e1pido panorama procurou sobretudo p\u00f4r em evid\u00eancia \u2014 escavando brevemente as areias movedi\u00e7as da \u201cnova teologia\u201d \u2014 o <em>naturalismo e o evolucionismo dogm\u00e1ticos <\/em>dos \u201cnovos te\u00f3logos\u201d, fontes de todos seus outros desvios doutrinais, mas sobretudo da trag\u00e9dia do Vaticano II e do desastre p\u00f3s-conciliar.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Entre os representantes da nova teologia de que j\u00e1 falamos, numerosos s\u00e3o os que foram te\u00f3logos dos padres conciliares durante os trabalhos do Vaticano II, que por esta raz\u00e3o foi chamado \u2014 justamente \u2014 o \u201cConc\u00edlio dos te\u00f3logos\u201d<a href=\"#_ftn20\" name=\"_ftnref20\" title=\"\"><sup><sup>[20]<\/sup><\/sup><\/a>. A consequ\u00eancia hoje \u00e9 que os cat\u00f3licos est\u00e3o morrendo, sem sequer perceberem, da <em>nova teologia <\/em>(ou seja, em \u00faltima an\u00e1lise, de blondelismo e de teilhardismo cuidadosamente filtrados) cujo esp\u00edrito, inoculado nos documentos conciliares e no magist\u00e9rio p\u00f3s-conciliar, impregna hoje uma boa parte da Hierarquia e \u00e9 largamente difundido nos cursos teol\u00f3gicos de forma\u00e7\u00e3o para o clero e para os \u201cleigos engajados\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">As provas? Eis algumas:<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201c<strong>Blondel est\u00e1 em casa nas universidades e faculdades cat\u00f3licas<\/strong>\u201d, observa o Pe. Xavier Tilliette S. J, \u201cnovo te\u00f3logo\u201d, num artigo celebrando Blondel na <em>Civilt\u00e0 Cattolica <\/em>de 4\/9\/1993, onde precisava:<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201c<strong>A Universidade Gregoriana <\/strong><em>sob a influ\u00eancia recente de Mons. Peter Henrici <\/em>[sobrinho de Urs von Balthasar] <strong>n\u00e3o \u00e9 menos consagrada ao fil\u00f3sofo de Aix<\/strong>\u201d (ibid. p\u00e1g. 389)<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">O pr\u00f3prio Papa Jo\u00e3o Paulo II, por ocasi\u00e3o do centen\u00e1rio da obra principal de Blondel (<em>L\u2019 Action<\/em>), enviou uma carta elogiosa \u2014 assinada pessoalmente \u2014 na qual ele assim a exaltava: \u201c<em>Lembrando a obra <strong>entendemos antes de tudo honrar seu autor <\/strong>que em seu pensamento e em sua vida soube fazer coexistir a cr\u00edtica mais rigorosa&#8230; <strong>com o catolicismo mais aut\u00eantico<\/strong>\u201d<a href=\"#_ftn21\" name=\"_ftnref21\" title=\"\"><sup><strong><sup>[21]<\/sup><\/strong><\/sup><\/a>.<\/em><\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Quanto ao Pe. Teilhard de Chardin, o mesmo <em>Osservatore Romano <\/em>publicou na primeira p\u00e1gina uma carta enviada \u00e0 Secretaria de Estado, <em>assinada pelo Cardeal Casaroli e em nome de Jo\u00e3o Paulo II<\/em>, datada de 12 de maio de 1981 (v\u00e9spera do atentado na Pra\u00e7a S\u00e3o Pedro), enviada ao Reitor do Instituto Cat\u00f3lico de Paris, Mons. Poupard (hoje ele tamb\u00e9m cardeal, evidentemente), por ocasi\u00e3o <u>das celebra\u00e7\u00f5es do centen\u00e1rio do nascimento do jesu\u00edta ap\u00f3stata<\/u>, carta na qual eram exaltadas \u201c<strong>a impressionante resson\u00e2ncia das pesquisas [de Teilhard de Chardin]<\/strong>, a irradia\u00e7\u00e3o de sua personalidade e a <strong>riqueza de seu pensamento<\/strong>\u201d e onde Teilhard era definido como \u201c<strong>um homem tomado por Cristo na profundeza de seu ser, desejoso de honrar ao mesmo tempo a f\u00e9 e a raz\u00e3o<\/strong>, respondendo assim quase que por antecipa\u00e7\u00e3o ao apelo de Jo\u00e3o Paulo II: \u2018N\u00e3o tenhais medo; abri a Cristo as portas, os imensos espa\u00e7os da cultura, da civiliza\u00e7\u00e3o, do desenvolvimento\u2019\u201d. (<em>L\u2019Osservatore Romano <\/em>de 10 de junho de 1981).<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">E mesmo se a rea\u00e7\u00e3o de um grupo de cardeais exigiu do di\u00e1rio oficial da Santa S\u00e9 uma reconsidera\u00e7\u00e3o da perspectiva desta carta incr\u00edvel, o fato n\u00e3o permanece menos significativo.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Como se isso n\u00e3o fosse suficiente, seu amigo e disc\u00edpulo Henri de Lubac S. J., foi em seguida nomeado cardeal e outros representantes de ponta da nova teologia receberam a p\u00farpura cardinal\u00edcia ao mesmo tempo que ele: Jean Dani\u00e9lou, Hans Urs von Balthasar, Yves Congar, enquanto sua nova teologia gn\u00f3stica, condenada pelo Papa Pio XII, tornou-se, como nos informa o Pe. Henrici S. J (sobrinho de Von Balthasar, ex-professor da Universidade Gregoriana e hoje bispo), nada menos do que a \u201c<strong>teologia oficial do Vaticano II<\/strong>\u201d. E consequentemente, tamb\u00e9m da atual \u201cHierarquia conciliar\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"rteright\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><strong>Continua<\/strong>.<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"rteright\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">[Fonte: Sim Sim N\u00e3o N\u00e3o, n\u00ba 185]<\/span><\/p>\n<p class=\"rtejustify\">&nbsp;<\/p>\n<div>\n<p class=\"rtejustify\">&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<div id=\"ftn1\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\" title=\"\"><sup><sup>[1]<\/sup><\/sup><\/a> O leitor tamb\u00e9m ler\u00e1 com proveito, acerca da <em>Nova Teologia, <\/em>o op\u00fasculo \u201cOs que pensam que venceram\u201d, publicado na Revista Perman\u00eancia 282-283. [N. da P.]<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn2\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\" title=\"\"><sup><sup>[2]<\/sup><\/sup><\/a> Carta in\u00e9dita de 28 de julho de 1948 in A. Russo \u201c<em>Henri de Lubac: th\u00e9ologie et dogme dans l\u2019histoire<\/em>\u201d, \u00e9d. Studium, Roma, 1990, p. 356.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn3\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\" title=\"\"><sup><sup>[3]<\/sup><\/sup><\/a> \u201cLe d\u00e9veloppement du Dogme selon la doctrine catholique\u201d, Ed. Gregoriana, 1953.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn4\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\" title=\"\"><sup><sup>[4]<\/sup><\/sup><\/a> H. de Lubac, \u201c<em>M\u00e9moires autour de mes oeuvres<\/em>\u201d, ed. Jaca Book, 1992, p. 46.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn5\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\" title=\"\"><sup><sup>[5]<\/sup><\/sup><\/a> H. U. von Balthasar.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn6\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\" title=\"\"><sup><sup>[6]<\/sup><\/sup><\/a> \u201c<em>Conversion et gr\u00e2ce chez saint Thomas d\u2019Aquin<\/em>\u201d, 1944, p. 219. Citado por Pe. Garrigou-Lagrange, <em>La nouvelle th\u00e9ologie, o\u00f9 va-t-elle? <\/em><u>in<\/u> <em>Angelicum<\/em> n. 23, ano 1946, p. 126.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn7\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\" title=\"\"><sup><sup>[7]<\/sup><\/sup><\/a> <em>Annales de philosophie chr\u00e9tienne, <\/em>13 de junho de 1906, p. 235.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn8\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\" title=\"\"><sup><sup>[8]<\/sup><\/sup><\/a> Remetemos o leitor interessado ao cap\u00edtulo 15 do livro \u201cCem anos de modernismo\u201d, do Pe. Dominique Bourmaud, FSSPX , que publicamos na internet: <a href=\"http:\/\/permanencia.org.br\/drupal\/node\/5203\">http:\/\/permanencia.org.br\/drupal\/node\/5203<\/a> [N. da P.]<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn9\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\" title=\"\"><sup><sup>[9]<\/sup><\/sup><\/a> <em>Comment je crois<\/em>, \u00e9d. du Seuil, Paris, 1969, p. 117.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn10\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\" title=\"\"><sup><sup>[10]<\/sup><\/sup><\/a> <em>Lettre \u00e0 L\u00e9ontine Zanta<\/em>, \u00e9d. Descl\u00e9e de Brouwer, Paris, 1965, p. 127.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn11\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\" title=\"\"><sup><sup>[11]<\/sup><\/sup><\/a> L\u2019\u00c9nergie Humaine, \u00e9d. du Seuil, Paris 1962, p. 74.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn12\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\" title=\"\"><sup><sup>[12]<\/sup><\/sup><\/a> <em>Comment je crois<\/em>, ed. du Seuil, Paris, 1969, p. 120 e 124.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn13\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref13\" name=\"_ftn13\" title=\"\"><sup><sup>[13]<\/sup><\/sup><\/a> Carta de 14\/8\/1967 a A. Del Noce, <u>in<\/u> <em>Pens\u00e9es d\u2019un homme libre, 30 Giorni, <\/em>abril 1991.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn14\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref14\" name=\"_ftn14\" title=\"\"><sup><sup>[14]<\/sup><\/sup><\/a> \u201cRapport entre Nature et Gr\u00e2ce\u201d in \u201cEssais d\u2019anthropologie surnaturelle\u201d, ed. Paoline, Rome, 1969.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn15\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref15\" name=\"_ftn15\" title=\"\"><sup><sup>[15]<\/sup><\/sup><\/a> <em>Ibidem.<\/em><\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn16\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref16\" name=\"_ftn16\" title=\"\"><sup><sup>[16]<\/sup><\/sup><\/a> <em>Marie\/M\u00e9ditations, <\/em>Herder-Morcelliana, Brescia, 1970.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn17\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref17\" name=\"_ftn17\" title=\"\"><sup><sup>[17]<\/sup><\/sup><\/a> Bula <em>Ineffabilis Deus<\/em>, Denz. 2803.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn18\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref18\" name=\"_ftn18\" title=\"\"><sup><sup>[18]<\/sup><\/sup><\/a> Carta de 15\/4\/1945, in A. Russo, <em>Henri de Lubac: th\u00e9ologie et dogme dans l\u2019histoire <\/em>\u2014<em>L\u00ednfluence de Blondel, <\/em>Studium, 1990. p. 307.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn19\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref19\" name=\"_ftn19\" title=\"\"><sup><sup>[19]<\/sup><\/sup><\/a> Lc 1, 51.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn20\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref20\" name=\"_ftn20\" title=\"\"><sup><sup>[20]<\/sup><\/sup><\/a> Peter Henrici S. J. in <em>Communio<\/em>, nov-dez de 1990.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ftn21\">\n<p class=\"rtejustify\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><a href=\"#_ftnref21\" name=\"_ftn21\" title=\"\"><sup><sup>[21]<\/sup><\/sup><\/a><em> L\u2019Osservatore Romano<\/em>, 12 de maio de 1993.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Breve cr\u00f4nica da ocupa\u00e7\u00e3o neo-modernista da Igreja Cat\u00f3lica Os novos modernistas da Nova teologia[1] &nbsp; Henri de Lubac e os \u201cnovos te\u00f3logos\u201d Nos anos 30 e 40, uma nova gera\u00e7\u00e3o de modernistas entrou em cena. 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