{"id":264,"date":"2018-02-07T10:22:19","date_gmt":"2018-02-07T12:22:19","guid":{"rendered":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264"},"modified":"2018-02-07T10:22:19","modified_gmt":"2018-02-07T12:22:19","slug":"o-choro-da-bala-perdida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264","title":{"rendered":"O Choro da Bala Perdida"},"content":{"rendered":"<p class=\"rteright\"><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><em>Dom Louren\u00e7o Fleichman OSB<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Todos os dias, na cidade do Rio de Janeiro, acontecem tiroteios, confrontos entre policiais e bandidos, nas favelas e periferias. Todos os dias h\u00e1 mortos, h\u00e1 dramas, h\u00e1 choro.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">A popula\u00e7\u00e3o da cidade e do pa\u00eds fica submetida a uma s\u00e9rie de press\u00f5es, de stress, de medos. Vivemos assim e, como em toda guerra, procuramos levar a vida dentro de certa normalidade.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Acontece que, invariavelmente, essas situa\u00e7\u00f5es dram\u00e1ticas apresentam cenas muito parecidas, eu diria mesmo repetitivas, diante do olhar distra\u00eddo de todos, sem que as pessoas pare\u00e7am saber como lidar com elas. &nbsp;&nbsp; <a href=\"http:\/\/permanencia.org.br\/drupal\/node\/5264\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Continue lendo.<\/a><\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<!--more--><\/p>\n<p class=\"rteright\"><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><em>Dom Louren\u00e7o Fleichman OSB<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Todos os dias, na cidade do Rio de Janeiro, acontecem tiroteios, confrontos entre policiais e bandidos, nas favelas e periferias. Todos os dias h\u00e1 mortos, h\u00e1 dramas, h\u00e1 choro.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">A popula\u00e7\u00e3o da cidade e do pa\u00eds fica submetida a uma s\u00e9rie de press\u00f5es, de stress, de medos. Vivemos assim e, como em toda guerra, procuramos levar a vida dentro de certa normalidade.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Acontece que, invariavelmente, essas situa\u00e7\u00f5es dram\u00e1ticas apresentam cenas muito parecidas, eu diria mesmo repetitivas, diante do olhar distra\u00eddo de todos, sem que as pessoas pare\u00e7am saber como lidar com elas. &nbsp;&nbsp; <a href=\"http:\/\/permanencia.org.br\/drupal\/node\/5264\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Continue lendo.<\/a><\/span><\/span><\/p>\n<p><!--break--><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u200b<strong>Os personagens do drama<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Procuremos acompanhar o fato:<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Em raz\u00e3o de alguma investiga\u00e7\u00e3o, ou de algum chamado emergencial, ou por alguma den\u00fancia, policiais entram nesses becos dominados por bandidos, pelo tr\u00e1fico de drogas, de poder, de influ\u00eancia. Invariavelmente s\u00e3o recebidos a bala!<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Eis, pois, dois personagens iniciais do nosso drama: bandidos e policiais. Se fosse um jogo de crian\u00e7as, chamariam de \u201cpol\u00edcia e ladr\u00e3o\u201d. Mas n\u00e3o \u00e9! \u00c9 vida real. Ent\u00e3o s\u00e3o policiais e bandidos.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Quem s\u00e3o os bandidos? Contrariamente \u00e0 opini\u00e3o geral, os bandidos n\u00e3o s\u00e3o moradores do local. N\u00e3o est\u00e3o ali porque constituiram fam\u00edlia, onde constru\u00edram com esfor\u00e7o suas casas, de onde saem todos os dias para trabalhar. N\u00e3o moram. Escolheram aquele ponto elevado por motivos estrat\u00e9gicos, em raz\u00e3o da efic\u00e1cia do seu com\u00e9rcio il\u00edcito e do poder que querem exercer sobre determinado territ\u00f3rio. Ocupam aquele morro, aquela favela, pelo mesmo motivo que um general, analisando o seu campo de batalha, escolhe uma posi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica favor\u00e1vel para a defesa de sua posi\u00e7\u00e3o e para o ataque ao inimigo.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">O bandido est\u00e1 no morro por um ato de guerra. Esse \u00e9 o nosso primeiro personagem.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">O segundo personagem \u00e9 o policial. Como vimos, chegou ali por motivos diversos. Mas, diferentemente do bandido, o policial mora num determinado bairro, talvez mesmo numa favela, mas mora em sua casa, com sua fam\u00edlia, e dessa casa ele sai para o seu trabalho honesto e her\u00f3ico, todos os dias, pondo em risco a sua vida para a prote\u00e7\u00e3o da nossa.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Antes que algu\u00e9m ponha em d\u00favida a honestidade desse profissional, apresso-me a dizer que a fraqueza de alguns policiais n\u00e3o altera a ordem do drama. Corrupto ou honesto, ele est\u00e1 na favela porque foi ali mandado por seu superior para um trabalho \u00e1rduo, perigoso e sem muitas perspectivas. Aceitemos, pois, esse detalhe: fazem parte da pol\u00edcia e est\u00e3o ali por obedi\u00eancia a seus princ\u00edpios e aos seus superiores.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Voltemos ao drama.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Hoje a hist\u00f3ria se passou na favela Nova Holanda, ontem na Rocinha, ou no Jacar\u00e9. A pol\u00edcia entrou porque os bandidos est\u00e3o ali, e fizeram algum mal a algu\u00e9m. Quando isso ocorrre na vida normal dos homens, chama-se a pol\u00edcia. Ela existe para isso, para socorrer os inocentes desarmados, e entregues \u00e0 maldade dos bandidos. Assinalemos mais essa evid\u00eancia: a pol\u00edcia \u00e9 obrigada a ir na favela em virtude de sua fun\u00e7\u00e3o social de prote\u00e7\u00e3o da sociedade. Ela n\u00e3o tem escolha. E ela vai porque os bandidos s\u00e3o maus e fazem maldades reais. N\u00e3o est\u00e3o num filme americano, est\u00e3o na vida de uma guerra sem tr\u00e9guas que jogaram sobre suas cabe\u00e7as.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Querem saber como se sente um policial que entra pelos becos da favela? Vejam esse depoimento feito por um policial de verdade:<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"rteindent1\"><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201cSempre que andava na Rocinha lembrava do que os policiais me falavam &#8211; Voc\u00ea est\u00e1 vendo todos esses becos, essas casas informes, esse emaranhado de caos e desordem. Agora imagine andar por a\u00ed na expectativa de dar de cara com um fuzil. De onde ele vem? Quando vem? Para onde olhar? Qual lugar \u00e9 seguro? Qual janela n\u00e3o \u00e9 uma amea\u00e7a? Qual daquelas pessoas n\u00e3o \u00e9 criminosa?\u201d<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"rteindent1\"><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u201cClaro que os jornais n\u00e3o falam disso. \u00c9 como se as opera\u00e7\u00f5es policiais cariocas devessem ocorrer em contextos de plena normalidade. A pol\u00edcia deveria se pautar por regras, procedimentos operacionais padronizados etc. Chegam ao rid\u00edculo de dizer que n\u00e3o se pode chegar atirando sem aviso, como se um fuzil exigisse uma cena de filme policial americano. &#8220;\u2013 Parado, ou eu atiro!&#8221;&nbsp; &nbsp;<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Adivinhe, leitor: na not\u00edcia dessa noite, mais uma vez os policiais foram recebidos sob rajadas de tiros de fuzil, de metralhadora, ou de qualquer outro aparato de guerra presente nos dom\u00ednios dos bandidos.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u200b<strong>O Terceiro Personagem<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Veio o tiroteio e uma bala perdida matou algu\u00e9m. Surge o terceiro personagem do drama. Uma pessoa morta e uma fam\u00edlia dilacerada.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Esse fato triste e terr\u00edvel, infelizmente \u00e9 comum em situa\u00e7\u00f5es de guerra. Mas a guerra do Rio n\u00e3o \u00e9 uma guerra comum. Ela existe, \u00e9 real, ela dura h\u00e1 d\u00e9cadas, desde que o irrespons\u00e1vel Leonel Brizola, o traidor do povo do Rio de Janeiro e do Brasil, decretou com seu poder de Governador do Estado, que os bandidos estavam livres para agir sem medo, para crescer e dominar o territ\u00f3rio.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Por culpa do Brizola e de tantos outros pol\u00edticos corruptos e maus, essa guerra j\u00e1 matou milhares de pessoas entre bandidos, policiais e inocentes.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">O trabalho e os perigos por que passa a pol\u00edcia s\u00e3o imensos, e o natural seria que a popula\u00e7\u00e3o da cidade elevasse sempre clamores de agradecimento a esses policiais que d\u00e3o a sua vida para diminuir o impacto de morte causado pelos bandidos apoiados por essa esquerda corrupta e irrespons\u00e1vel.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Porque raz\u00e3o esse natural agradecimento n\u00e3o acontece? Porque raz\u00e3o a pol\u00edcia \u00e9 sempre apontada como a culpada pelo drama de<\/span><\/span><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">ssa fam\u00edlia e pela morte por bala perdida?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"background-color:transparent; color:rgb(51, 51, 51); font-family:sans-serif,arial,verdana,&amp; font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\"><strong>O Quarto Personagem<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">A resposta a essa pergunta est\u00e1 na chegada, tamb\u00e9m invari\u00e1vel e sempre presente, de outro tipo de pessoas. \u00c9 o nosso quarto personagem. Eles chegam no local do tiroteio carregados de microfones, filmadoras, carros muito bem equipados a transmitir pelas nuvens da internet as informa\u00e7\u00f5es mais recentes.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Onde atuam esses personagens do jornalismo? No mesmo local em que o bandido acampa; no mesmo local onde a pol\u00edcia entra para atender \u00e0 popula\u00e7\u00e3o; no mesmo local em que um inocente morava. Ah! Sim, este morava de verdade ali, mas vivia sob o dom\u00ednio do medo e o poder do bandido. Pois \u00e9 nesse mesmo local que atuam os jornalistas.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Est\u00e1 completa a equipe de personagens do drama:<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Bandidos, policiais, v\u00edtimas de bala perdida, e os jornalistas.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">E a popula\u00e7\u00e3o do Rio de Janeiro, invariavelmente, escuta no r\u00e1dio ou v\u00ea na televis\u00e3o os jornalistas atuando. Aparentemente eles fazem o trabalho de informa\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, por quest\u00f5es ideol\u00f3gicas e de forma\u00e7\u00e3o, eles v\u00e3o al\u00e9m da informa\u00e7\u00e3o. Eles atuam sobre a opini\u00e3o p\u00fablica, eles criam o mito da hist\u00f3ria, t\u00eam o poder de mudar a realidade de acordo com o pensamento do seu jornal, de sua televis\u00e3o, de sua rede de internet. E esse pensamento \u00e9 perfeitamente homog\u00eaneo, sempre na mesma dire\u00e7\u00e3o, sempre escolhendo o lado. E o lado que eles escolheram foi de ser contra a pol\u00edcia.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Se eu dissesse que eles est\u00e3o do lado dos bandidos, eles se levantariam indignados, e provariam com cita\u00e7\u00f5es e fotografias muito bem preparadas, cenas previamente montadas para desarmar qualquer acusa\u00e7\u00e3o, a fim de provar que n\u00e3o apoiam os bandidos. E eles convenceriam qualquer juiz, qualquer cidad\u00e3o. Porque eles n\u00e3o s\u00e3o a favor do bandido; o que eles s\u00e3o, isso sim, \u00e9 contra a pol\u00edcia. Ser contra a pol\u00edcia \u00e9 uma atitude pol\u00edtica, carregada de ideologia revolucion\u00e1ria, ou seja, com o intuito de quebrar a ordem da sociedade espalhando o caos e o medo.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">E como fazem isso na guerra do Rio?<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Procuram as v\u00edtimas inocentes e sugam o sangue delas at\u00e9 a \u00faltima gota. Vejam essa pobre mulher em l\u00e1grimas. Se os jornalistas estivessem ali porque um gatinho ficara preso num telhado, a pobre mulher seria perfeitamente indiferente aos jornalistas. N\u00e3o lhes serviria para nada, sen\u00e3o para lhes servir um caf\u00e9. Mas ela \u00e9 v\u00edtima, est\u00e1 chocada, est\u00e1 chorando pela terr\u00edvel perda. Passa a ser personagem da mais alta import\u00e2ncia para que a rede de jornalismo alcance sua meta de denegrir a pol\u00edcia.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Partem ao ataque e perguntam:<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">&#8211; A senhora est\u00e1 triste?<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Como se poss\u00edvel fora a esta m\u00e3e responder que n\u00e3o! Mas isso n\u00e3o importa. A m\u00e3e n\u00e3o percebe que est\u00e1 sendo usada, sugada. Acha importante e lindo que se interessem por ela, que d\u00eaem a ela uma c\u00e1tedra para pontificar sobre a perda de sua filhinha, ou de seu filh\u00e3o. Ent\u00e3o ela responde chorando, ao vivo e em cores, para todo o Brasil, que, sim est\u00e1 muito triste, seu mundo desabou, sua vida acabou etc. Como qualquer m\u00e3e responderia!<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Mas o jornalista passa por essa introdu\u00e7\u00e3o que s\u00f3 serviu para conduzir a pobre alma a responder o que o jornalista quer que ela responda agora. E lan\u00e7a-lhe contra o rosto, contra a alma, a facada mortal:<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">&#8211; Como a senhora v\u00ea a atua\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia entrando assim na comunidade?<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Ora, a pobre mulher j\u00e1 assimilou, com a pergunta, que tipo de resposta ela deve dar. O sinal foi dado. Quem poder\u00e1 afirmar que j\u00e1 tenha ouvido alguma vez uma pobre v\u00edtima dessas dizer que agradece todos os dias pela presen\u00e7a da pol\u00edcia? N\u00e3o dizem e n\u00e3o conseguiriam dizer. Por detr\u00e1s dela paira a brilhante luz das c\u00e2meras a engolir qualquer pensamento da mulher; e paira tamb\u00e9m as trevas dos invis\u00edveis bandidos, prontos a matar, a torturar, a expusar a mulher e o que restou de sua fam\u00edlia, se ela ousar apont\u00e1-los como causadores de sua dor.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">E ela se entrega! O jornalista \u00e9 formado e \u00e9 mandado para extrair dessas pobres almas a condena\u00e7\u00e3o mais veemente poss\u00edvel da pol\u00edcia.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Se a mulher tivesse um m\u00ednimo de preparo e a presen\u00e7a de esp\u00edrito de conter suas l\u00e1grimas e olhar a realidade diria ao p\u00e9rfido jornalista:<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"rteindent1\"><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u2013 \u201cMeu filho, a pergunta que voc\u00ea deveria me fazer n\u00e3o \u00e9 essa! A pergunta deveria ser: como eu vejo a atua\u00e7\u00e3o dos bandidos no lugar em que eu moro! Essa \u00e9 a \u00fanica quest\u00e3o que vale a pena tratar. Porque eles se escondem aqui nos usando de escudos humanos. Eles nos achacam todos os dias, eles corrompem nossos filhos, eles s\u00e3o maus, profundamente maus; suas almas corrompidas n\u00e3o nos olham como pessoas e sim como gado. S\u00e3o capazes de roubar, de matar sem raz\u00e3o nenhuma. Sempre que a pol\u00edcia entrar nas comunidades haver\u00e1 \u201cbalas perdidas\u201d, pois eles matam crian\u00e7as e inocentes de prop\u00f3sito porque sabem que jornalistas como os senhores v\u00e3o por a culpa na pol\u00edcia. E com isso eles v\u00e3o ganhando a guerra contra a cidade, contra o pa\u00eds, pela cumplicidade dos jornais e televis\u00f5es.<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"rteindent1\"><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Mas essa realidade \u2013 continuaria a angustiada m\u00e3e \u2013 essa realidade voc\u00eas escondem da popula\u00e7\u00e3o. E v\u00e3o acuando a pol\u00edcia com suas amea\u00e7as de processos, com os ju\u00edzes corruptos comprados pelos bandidos, mentindo sempre, enquanto fingem que nos est\u00e3o entrevistando\u201d.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">Infelizmente estamos nas m\u00e3os de poderes como esse. Se uma resposta como essa existisse de fato, feita ali, ao vivo, seria cortada, banida, e a v\u00edtima chorosa perderia imediatamente seu status provis\u00f3rio de gl\u00f3ria \u00e0 servi\u00e7o da corrup\u00e7\u00e3o da sociedade.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">O que eles querem? O que pretendem? Querem nos manter sob o terror e o medo. Com esse tipo de atitude eles nos mant\u00e9m ref\u00e9ns da Revolu\u00e7\u00e3o, massa informe e sem pensamento, bajulando os poderosos do morro, os poderosos da cidade, os donos de jornais e da m\u00eddia, os donos da pol\u00edtica infernal. Conex\u00e3o para todos, desinforma\u00e7\u00e3o para todos, celulares para todos, e com isso estar\u00e3o tranquilos em seu poder de destrui\u00e7\u00e3o da civiliza\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica ocidental.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">H\u00e1 dois tipos de viciados: o viciado das drogas e o viciado das redes sociais. O primeiro \u00e9 alimentado pelo bandido; o segundo pelos jornalistas, intelectuais e pol\u00edticos. Ambos sofrem da mesma consequ\u00eancia do seu v\u00edcio: n\u00e3o conseguem mais pensar; tornaram-se presa f\u00e1cil da Revolu\u00e7\u00e3o. E por n\u00e3o mais pensar, s\u00e3o repetidores d\u00f3ceis das palavras de ordem daqueles que pensam e comandam a sociedade Revolucion\u00e1ria. O intuito dessa sociedade \u00e9 a destrui\u00e7\u00e3o de toda e qualquer men\u00e7\u00e3o ao Cristianismo. Um dia isso ficar\u00e1 mais claro. A guerra do Rio, como os atentados terroristas na Europa s\u00e3o dois lados de uma mesma moeda. A guerra \u00e9 contra a sociedade crist\u00e3 e por isso, ela \u00e9 contra Nosso Senhor Jesus Cristo e sua Igreja.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">N\u00e3o existe, pois, um problema pol\u00edtico ou um problema econ\u00f4mico no mundo. O que h\u00e1 \u00e9 uma crise espiritual, \u00e9 uma enorme apostasia, a perda da f\u00e9 e a vit\u00f3ria provis\u00f3ria e aparente do dem\u00f4nio, at\u00e9 que Nosso Senhor d\u00ea o seu basta, e mate o drag\u00e3o com o sopro de sua boca.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size:14px\"><span style=\"font-family:verdana,geneva,sans-serif\">\u200bNa guerra do Rio, escolha o seu lado: fique sempre do lado da Pol\u00edcia, contra os bandidos e contra os jornais e os pol\u00edticos!<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dom Louren\u00e7o Fleichman OSB Todos os dias, na cidade do Rio de Janeiro, acontecem tiroteios, confrontos entre policiais e bandidos, nas favelas e periferias. Todos os dias h\u00e1 mortos, h\u00e1 dramas, h\u00e1 choro. A popula\u00e7\u00e3o da cidade e do pa\u00eds fica submetida a uma s\u00e9rie de press\u00f5es, de stress, de medos. Vivemos assim e, como [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-264","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized","entry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>O Choro da Bala Perdida - DevPermanencia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O Choro da Bala Perdida - DevPermanencia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Dom Louren\u00e7o Fleichman OSB Todos os dias, na cidade do Rio de Janeiro, acontecem tiroteios, confrontos entre policiais e bandidos, nas favelas e periferias. Todos os dias h\u00e1 mortos, h\u00e1 dramas, h\u00e1 choro. A popula\u00e7\u00e3o da cidade e do pa\u00eds fica submetida a uma s\u00e9rie de press\u00f5es, de stress, de medos. Vivemos assim e, como [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"DevPermanencia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2018-02-07T12:22:19+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"12 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#\/schema\/person\/548b0dd52becee03129cd51d877ff13f\"},\"headline\":\"O Choro da Bala Perdida\",\"datePublished\":\"2018-02-07T12:22:19+00:00\",\"dateModified\":\"2018-02-07T12:22:19+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264\"},\"wordCount\":2411,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Uncategorized\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264\",\"url\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264\",\"name\":\"O Choro da Bala Perdida - DevPermanencia\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#website\"},\"datePublished\":\"2018-02-07T12:22:19+00:00\",\"dateModified\":\"2018-02-07T12:22:19+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"O Choro da Bala Perdida\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#website\",\"url\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/\",\"name\":\"DevPermanencia\",\"description\":\"\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#organization\",\"name\":\"DevPermanencia\",\"url\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/cropped-cropped-permanencia_logo.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/cropped-cropped-permanencia_logo.jpg\",\"width\":514,\"height\":79,\"caption\":\"DevPermanencia\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#\/schema\/logo\/image\/\"}},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#\/schema\/person\/548b0dd52becee03129cd51d877ff13f\",\"name\":\"admin\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/0c7d0bbbd9775e631e3873e3502416ace6a643ab53a2b2c38c7b8127c16784bd?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/0c7d0bbbd9775e631e3873e3502416ace6a643ab53a2b2c38c7b8127c16784bd?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"admin\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\"],\"url\":\"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?author=1\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"O Choro da Bala Perdida - DevPermanencia","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"O Choro da Bala Perdida - DevPermanencia","og_description":"Dom Louren\u00e7o Fleichman OSB Todos os dias, na cidade do Rio de Janeiro, acontecem tiroteios, confrontos entre policiais e bandidos, nas favelas e periferias. Todos os dias h\u00e1 mortos, h\u00e1 dramas, h\u00e1 choro. A popula\u00e7\u00e3o da cidade e do pa\u00eds fica submetida a uma s\u00e9rie de press\u00f5es, de stress, de medos. Vivemos assim e, como [&hellip;]","og_url":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264","og_site_name":"DevPermanencia","article_published_time":"2018-02-07T12:22:19+00:00","author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"admin","Est. tempo de leitura":"12 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#\/schema\/person\/548b0dd52becee03129cd51d877ff13f"},"headline":"O Choro da Bala Perdida","datePublished":"2018-02-07T12:22:19+00:00","dateModified":"2018-02-07T12:22:19+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264"},"wordCount":2411,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#organization"},"articleSection":["Uncategorized"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264","url":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264","name":"O Choro da Bala Perdida - DevPermanencia","isPartOf":{"@id":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#website"},"datePublished":"2018-02-07T12:22:19+00:00","dateModified":"2018-02-07T12:22:19+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?p=264#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"O Choro da Bala Perdida"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#website","url":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/","name":"DevPermanencia","description":"","publisher":{"@id":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#organization","name":"DevPermanencia","url":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/cropped-cropped-permanencia_logo.jpg","contentUrl":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/cropped-cropped-permanencia_logo.jpg","width":514,"height":79,"caption":"DevPermanencia"},"image":{"@id":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#\/schema\/logo\/image\/"}},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#\/schema\/person\/548b0dd52becee03129cd51d877ff13f","name":"admin","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/0c7d0bbbd9775e631e3873e3502416ace6a643ab53a2b2c38c7b8127c16784bd?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/0c7d0bbbd9775e631e3873e3502416ace6a643ab53a2b2c38c7b8127c16784bd?s=96&d=mm&r=g","caption":"admin"},"sameAs":["https:\/\/dev.permanencia.org.br"],"url":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/?author=1"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/264","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=264"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/264\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=264"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=264"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/dev.permanencia.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=264"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}